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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

– Irã fechará Estreito de Ormuz se bloqueio americano não for levantado –

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse neste sábado (18, data local) que o Irã voltará a fechar o estratégico Estreito de Ormuz se os Estados Unidos não levantarem o bloqueio contra os portos de seu país.

Ghalibaf acrescentou que a passagem por essa via marítima dependeria da autorização do Irã.

– Irã afirma que urânio enriquecido não será levado ‘a lugar nenhum’ –

O Ministério das Relações Exteriores do Irã garantiu que suas reservas de urânio enriquecido não serão transferidas para “lugar nenhum”,  apesar de o presidente americano Donald Trump ter assinalado que Teerã tinha aceitado entregá-las.

“O urânio enriquecido do Irã não será levado a lugar nenhum”, disse o porta-voz do ministério, Esmail Baghaei, na televisão estatal.

Uma “transferência do urânio enriquecido do Irã para os Estados Unidos nunca foi considerada nas negociações”, esclareceu.

Baghaei disse que as conversas recentes tratam da resolução do conflito e não sobre recuperar o urânio do Irã.

– Trump diz que urânio enriquecido iraniano será levado aos EUA –

Donald Trump disse nesta sexta-feira que o urânio do Irã seria transferido para os Estados Unidos sob qualquer acordo de paz e acrescentou que Washington ajudaria Teerã a extraí-lo das instalações nucleares atingidas em ataques americanos no ano passado.

“Vamos conseguir isso entrando no Irã, com muitas escavadeiras”, disse Trump em um evento no Arizona.

– Petróleo desaba após anúncio de reabertura de Ormuz –

As cotações do petróleo caíram com força nesta sexta-feira (17), após o anúncio do Irã da reabertura do Estreito de Ormuz, uma via estratégica para o comércio mundial de hidrocarbonetos.

O preço do barril de tipo Brent para entrega em junho, a referência internacional, recuou 9,07%, para 90,38 dólares.

Seu equivalente no mercado americano, o barril de tipo West Texas Intermediate (WTI) com vencimento em maio, caiu ainda mais, 11,45%, ao fechar em 83,85 dólares.

Se o trânsito for retomado, o imenso fluxo de petróleo procedente dos países do Golfo (cerca de 13 milhões de barris diários) pode voltar a ser exportado.

– Cias aéreas temem racionamento de querosene –

A Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, na sigla em inglês), que representa as empresas do setor, instou as diversas autoridades reguladoras a se coordenarem e a agirem com transparência, caso seja necessário um “racionamento” de querosene, particularmente na Europa.

“É importante que as autoridades contem com planos bem comunicados e bem coordenados caso o racionamento seja necessário, inclusive mantendo a flexibilidade na alocação de slots aeroportuários”, indicou o diretor-geral da IATA, Willie Walsh.

– Wall Street respira aliviada com reabertura de Ormuz –

A Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta nesta sexta-feira, e com novos máximos históricos, impulsionada pela retomada da navegação no Estreito de Ormuz.

O índice ampliado S&P 500, referência na praça americana, alcançou um novo máximo, com 7.126,06 pontos (+1,20%).

O Nasdaq (+1,52 %) também bateu recorde, pela terceira sessão consecutiva, e o Dow Jones avançou 1,79 %.

– Bombardeio israelense deixa um morto no sul do Líbano, apesar da trégua –

A agência nacional de notícias do Líbano (NNA, na sigla em inglês) informou que uma pessoa morreu em um bombardeio israelense no sul do país árabe nesta sexta-feira, apesar da entrada em vigor de um cessar-fogo de dez dias na guerra entre Israel e Hezbollah.

  

– Líbano trabalha em ‘acordo permanente’ com Israel –

O Líbano está trabalhando na elaboração de “um acordo permanente” com Israel após o cessar-fogo que entrou em vigor nesta sexta-feira, afirmou o seu presidente, Joseph Aoun.

Para Aoun, a trégua é “uma fase de transição […] para trabalhar em um acordo permanente que proteja os direitos de nosso povo, a unidade de nosso país e a soberania de nossa nação”.

Aoun considerou que as conversas diretas entre Líbano e Israel, dois países que estão em estado de guerra desde 1948, não são “um sinal de fraqueza ou uma concessão”, e prometeu não “ceder nem um palmo do território nacional”.

– Reabertura de Ormuz, um ‘passo na direção certa’, segundo Guterres –

O secretário-geral da ONU, António Guterres, recebeu nesta sexta-feira com satisfação a decisão do Irã de reabrir o Estreito de Ormuz e considerou que “se trata de um passo na direção certa”, segundo o seu porta-voz.

– Trump assegura à AFP que acordo com Irã está ‘muito próximo’ –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à AFP que já não há “pontos de conflito” a serem resolvidos para alcançar um acordo de paz com o Irã e acrescentou que o pacto estava “muito próximo”.

“Estamos muito próximos de alcançar um acordo”, afirmou Trump em uma breve entrevista telefônica. Ao ser questionado sobre quais questões ainda precisavam ser resolvidas, respondeu: “Não há pontos de conflito, absolutamente.”

– Trump afirma que Irã aceitou ‘não voltar a fechar’ o Estreito de Ormuz –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã aceitou “não voltar a fechar nunca mais o Estreito de Ormuz”. “Já não o usará como arma contra o mundo!”, declarou.

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