O eclipse eclipsado
Previsões de tempo pouco favoráveis em grande parte da Europa esfriam o entusiasmo dos que aguardam com ansiedade o fenômeno extraordinário do eclipse total do Sol no Hemisfério Norte. Fenômeno que deveria ser visto por 2 bilhões de pessoas.
O último eclipse total do Sol deste fim de milênio alimenta as conversações há semanas na Europa e se tornou agora o principal assunto de discussão. Um elemento novo vem estragar a festa para a qual se prepara mais de um terço da humanidade no Hemisfério Norte. Se o fenômeno -eclipse total ou parcial- que consiste em obstrução do Sol pela Lua, poderia ser observado na Europa, Oriente Médio e parte da Asia, pelo na Europa Ocidental as condições meteorólgicas são pouco favoráveis à observação do eclipse. Grossas nuvens estão previstas no Sul da Alemanha e na Áustria. Nas Cornualhas, Sul da Inglaterra, as chances de admirar o fenômeno são de 30 por cento.
Na Suíça o eclipse será parcial. Mesmo assim, o interesse pelo acontecimento é enorme, a julgar pela ruptura, há vários dias, do estoque de óculos especiais para observação com segurança do fenômeno. Mas há o risco de muita gente ter de contentar-se em ver simplesmente nuvens e constatar obscurecimento em pleno dia e queda sensível da temperatura externa.
O interesse pelo eclipe se explica: o fenômeno no Hemisfério Norte se repetirá apenas em 2081!
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