Será que a Cúpula do G7 de 2026 poderá causar problemas semelhantes aos de 2003 em Genebra?
Antes da cúpula do G7 em Évian, na França, em junho, as autoridades suíças têm se concentrado em como garantir a segurança das delegações em trânsito e em como lidar com um grande protesto contra a cúpula.
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Como parte da redação de "Democracia", escrevo sobre o relacionamento dinâmico entre cidadãos e suas instituições na Suíça e no exterior.
Nasci na Irlanda e tenho bacharelado em estudos europeus e mestrado em relações internacionais. Estou na SWI swissinfo.ch desde 2017.
Meu trabalho se concentra em formatos de conteúdo multimídia. Produzo vídeos e fotos para vários canais online da SWI swissinfo.ch e trabalho como editora de imagens.
Sou bacharel em produção multimídia e concluí uma formação profissional como especialista em mídias.
De 15 a 17 de junho de 2026, os países do G7 (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) se reunirão na cidade termal francesa de Evian para uma cúpula. Do outro lado da fronteira, em Genebra, um protesto planejado contra a cúpula, marcado para 14 de junho, trouxe à tona lembranças de quando uma manifestação anterior – contra uma cúpula do G8 em 2003 – degenerou em violência e saques. As autoridades esperam que o protesto seja mais pacífico desta vez.
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Democracia suíça
Por que os protestos estão aumentando na Suíça
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A Suíça tem fama de estabilidade, mas os protestos estão cada vez mais frequentes. De clima e pandemia a Gaza, manifestações crescem mesmo em um país com forte democracia direta.
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