Contas inesperadas podem quebrar um em cada cinco suíços

São muitas as pessoas que, após pagar as contas do mês, mal têm dinheiro para qualquer outra coisa. Keystone

Apesar do alto padrão de vida, são muitos os residentes na Suíça que não têm condições financeiras para viajar em um fim de semana ou para pagar uma conta inesperada.

Este conteúdo foi publicado em 21. novembro 2017 - 09:31
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No ano passado, 21,5% dos residentes suíços moravam em um lar que não teria podido arcar com uma fatura de CHF2.500 (US$ 2.518) no prazo de um mês, informa o Instituto Federal de Estatística da Suíça em sua Pesquisa sobre Renda e Condições de Vida.

Essa situação afeta especialmente pais solteiros, desempregados e estrangeiros de fora da Europa. Essa despesa inesperada pode aparecer na forma de uma fatura médica, já que CHF 2.500 é o montante máximo dedutível oferecido pelas seguradoras de saúde suíças.

Enquanto isso, 8,9% da população não conseguiu tirar uma semana de férias fora de casa em 2016. No entanto, as pessoas na Suíça podem se dar ao luxo de viajar mais do que seus vizinhos. Cerca de 45% dos italianos, 23% dos franceses, 18% dos alemães e 15% dos austríacos passam suas férias em casa.

O risco persistente de pobreza é uma realidade para 6,9% da população suiça, mas esse índice é até baixo em comparação com outros países, como França e Áustria (8%), Alemanha (10,5%) e Espanha (quase 15%).


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No início da semana passada, o relatório do banco Credit Suisse sobre riqueza global 2017 afirmou que a fortuna média de um adulto suíço era de US$ 537.600 (CHF 528.000).

A Suíça continua a liderar a lista global do Credit Suisse por riqueza por adulto, seguida pela Austrália (US$ 402.600), Estados Unidos (US$ 388.600) e Nova Zelândia (US$ 337.400).

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