Suíço defende democracia do Brasil
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Contato direto, encontros pessoais, busca conjunta de soluções: pela primeira vez após uma longa pausa devido à pandemia do Coronavirus, o 98º Congresso dos Suíços do Exterior reuniu representantes da 5ª Suíça em Lugano entre os dias 19 e 21 de agosto para um intercâmbio direto sobre o futuro da democracia.
Na sessão plenária de 20 de agosto, o futuro da democracia estava no centro do debate. O Presidente Ignazio Cassis reconheceu que os suíços no exterior desempenham um papel importante no desenvolvimento da democracia: com sua visão externa, eles ajudam a garantir que a Suíça, embora seja uma democracia modelo, também aprenda com outros países.
Em seu discurso de abertura, o Presidente da Confederação Ignazio Cassis descreveu a democracia suíça como ‘única’: “Nós não temos apenas uma democracia para o povo, mas uma democracia pelo povo. E isto é verdade em todos os níveis federais. O diálogo e a capacidade de criar compromissos viáveis são o elixir da vida da democracia suíça. E cabe a nós fortalecer estes pontos fortes dia após dia”, disse.
De acordo com Ignazio Cassis, os suíços do exterior desempenham um papel importante no futuro e no desenvolvimento da democracia suíça: “Vocês vêem nosso país de fora, o que muitas vezes fornece perspectivas novas e interessantes. Em seu país de residência, vocês ouvem regularmente opiniões que podem fazer avançar o debate na Suíça”. Os suíços do exterior abriram assim o caminho para que “a Suíça também aprenda com outros países”.
Neste contexto, Hanspeter Häfeli, um dos representantes da comunidade suíça que mora no Brasil, falou para SWI swissinfo.ch sobre a situação da democracia em seu país de residência.
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