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Mais de trinta detidos em protesto contra polícia no Chile

Este conteúdo foi publicado em 28. abril 2020 - 00:30
(AFP)

Ao menos 30 pessoas foram presas nesta segunda-feira (27) em um protesto no centro de Santiago por ocasião do aniversário da polícia chilena, fortemente questionada por suas ações para dispersar protestos sociais.

Um grupo de manifestantes se reuniu ao redor da Praça Itália na capital para protestar contra os Carabineiros do Chile, que comemoram seu 93º aniversário, mas forças da polícia de choque rapidamente dispersaram a manifestação com gás lacrimogêneo e jatos d'água.

As manifestações com mais de 50 pessoas estão proibidas no Chile, no âmbito das medidas excepcionais para conter a expansão no país do coronavírus, que soma 13.813 infectados e 198 mortos até esta segunda-feira.

A polícia informou ter detido 33 manifestantes "por desordem pública".

A Praça Itália foi palco dos principais protestos do país desde o início da revolta social, em 18 de outubro passado.

Após a chegada do coronavírus ao Chile - em 3 de março a primeira infecção foi registrada - os protestos nas ruas pararam, seguindo a ordem oficial de ficar em casa.

A polícia chilena é alvo de muitos questionamentos sobre suas ações para dispersar os protestos sociais contra o governo do presidente Sebastián Piñera.

Organizações internacionais como a Anistia Internacional ou a Human Rights Watch denunciaram o uso excessivo da força pelos agentes.

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