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As reservas de petróleo subiram claramente menos do que o previsto na semana passada nos Estados Unidos

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A redução das reservas de petróleo dos Estados Unidos e os conflitos na Ucrânia e em Gaza elevaram os preços do petróleo nesta segunda-feira.

No New York Mercantile Exchange, o preço do "light sweet crude" (WTI) para entrega em agosto avançou 1,46 dólares para 104,59 dólares o barril.

Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em setembro teve alta de 44 centavos, a 107,68 dólares.

Analistas afirmam que os dados recentes sobre a queda das reservas de cru nos Estados Unidos foram determinantes para o aumento dos preços.

Refinarias, principalmente na Costa do Golfo e no Centro-Oeste dos Estados Unidos, têm comprado mais petróleo bruto para aumentar a produção de gasolina, que sofre uma expansão na demanda com as férias de verão.

"O mercado está fisicamente restrito", disse Andy Lebow, da Jefferies Bache.

Os analistas também apontam as preocupações relativas ao potencial endurecimento das sanções adotadas pela União Europeia contra a Rússia, após a queda do avião da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia.

Os Estados Unidos culpam a Rússia pelo desastre, sugerindo que Moscou teria fornecido armas aos separatistas pró-russos para abater o avião. Moscou reage com acusações contra Kiev.

Outro fator de alta dos preços apontado pelos analistas é a violência em Gaza, em um conflito que já conta com mais de 500 mortos.

"Os investidores continuam acompanhando os desdobramentos entre a Ucrânia, a Rússia e o Ocidente, assim como a ofensiva de Israel em Gaza", disse Kash Kamal, analista da Sucden.

AFP