Carta aberta ao governo e ao Parlamento
Os funcionários de swissinfo enviam carta aberta ao governo federal e parlamentares suíços pedindo apoio contra o plano de reestruturação da empresa.
Na missiva, eles lançam um apelo às autoridades para que a SSR-SRG idée suisse não cale a voz da Suíça para o estrangeiro.
“Pedimos que intervenham para impedir que a SSR-SRG (Rádio e Televisão Suíça) liquide swissinfo. Com seu desmantelamento, a Quinta Suíça será privada de sua mais importante fonte de informação e a Suíça perderá um elemento essencial de sua presença no mundo”, afirma a carta aberta endereçada ao governo, à Câmara dos Deputados e ao Senado.
Sacrificada
Swissinfo paga hoje o preço da incapacidade da SSR de impor uma estatégia “on line” dentro do grupo. Sob um pretexto financeiro, sacrifica swissinfo para abrir novos sites internet nas unidades regionais da empresa, afirma o pessoal.
Com swissinfo, a SSR dispunha de seis anos de experiência no setor de multimídia
e mais de nove milhões de cliques por mês, provenientes de 150 países. Por que demantelá-la para construir projetos “on line” nas unidades regionais de Genebra, Lugano e Zurique? questiona o pessoal.
Ainda não é definitivo
Terça-feira, a SSR-SRG anunciou sua intenção de manter em Swissinfo apenas uma pequena redação em inglês e de regionalizar o teletexto. Como isso, seriam suprimidos 70 a 80 postos de trabalho, ou seja, cerca de uma centena de pessoas demitidas, até 2006.
Essas decisões ainda não são definitivas porque devem ainda ter o aval do Ministério das Comunicações (DETEC) e da Divisão Federal da Comunicação (OFCOM=. Essas autoridades federais têm mais de um mês para se pronunciarem. A decisão final será do ministro das Comunicações, Moritz Leuenberger.
swissinfo
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