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Dia de luto e de solidariedade na Suíça

A Suíça lamenta não somente seus mortos mas os mas também todos os outros. Keystone

O maremoto de 26 de dezembro causou mais de 150 mil mortos, entre eles aproximadamente 500 suíços. A jornada de quarta-feira (05.01) lhes é consagrada.

Ao mesmo tempo, a Rede da Solidariedade, órgão humanitário da Rádio e Televisão suíça (SSR), dirige uma operação de coleta em favor dos sobreviventes.

Em toda a Suíça, ao meio dia, os sinos das igrejas badalarão ao mesmo tempo. Cerimônias religiosas ocorrerão principalmente em Zurique e na capital Berna.

Na cerimônia na catedral de Berna estarão presentes o atual presidente da Suíça, Samuel Schimid (ministro da Defesa), Joseph Deiss (Economia) e Micheline Calmy-Rey (Relações Exteriores).

Terça-feira, o presidente Samuel Schimid reconheceu pela primeira vez que “centenas de suíços perderam a vida” no maremoto que atingiu o sudeste asiático.

Até agora, 23 corpos de suíços foram identificados mas mais de 400 suíços desapareceram nos países sinistrados. “Eles não voltarão jamais”, afirmou Samuel Schimid.

Ele afirmou ainda “que Deus dê forças aos que sofrem. Nós estamos com eles”, e acrescentou que essa foi a pior catástrofe vivida por suíços nos últimos dois séculos.

Por outro lado, os gestos de solidariedade para com os sobreviventes continuam em toda a Suíça. A coleta de doações, coordenada pela Rede da Solidariedade, órgão hmanitário da Rádio e Televisão Suíça (SSR), já havia recebido doações de mais 50 milhões de francos suíços, até a manhã de quarta-feira (05.01)

swissinfo com agências

– De Riga a Roma, haverá três minutos de silêncio ao meio dia, em toda a Europa. Os prédios públicos hastearam as bandeiras a meio-pau, em memória das vítimas do maremoto.

– Um grande número de europeus, em casa ou nos locais de trabalho, respeitarão os três minutos de silêncio.

– Na Catedral de Berna, capital suíça, haverá uma cerimônia religiosa com a presenta de três dos sete ministros do governo federal.

– Mais de 10 mil turistas estrangeiros, entre eles aproximadamente 500 suíços, morreram ou estão desaparecidos nos países atingidos. A Suécia é o país europeu com maior número de vítimas.

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