Suíça ainda não discutiu força internacional nos territórios
A Suíça foi informada da proposta de Kofi Annan de enviar uma força internacional de interposição entre isralenses e palestinos mas a questão ainda não discutida pelo governo suíço.
O ministro suíço das Relações Exteriores, Joseph Deiss, esteve reunido em Genebra com o secretário geral da ONU, Kofi Annan, pela primeira vez depois que os eleitores suíços decidiram pela adesão às Nações Unidas, em março.
Contatos sobre Oriente Médio
No encontro em Genebra, informou Deiss, foram discutidas maneiras de fazer com o que o direito humanitario seja respeitado no Oriente Médio. O chefe da diplomacia suíça declarou que a questão também já foi abordada a União Européia, Estados Unidos e Rússia.
Kofi Annan veio a Genebra para discursar na Comissão dos Direitos Humanos. Posteriormente falou à imprensa da urgência em enviar uma força internacional para garantir a paz entre isralenses e palestinos.
Circulação de ambulâncias
Deiss disse que a proposta ainda não foi discutida no governo suíço mas insistiu que o respeito ao direito humanitário derve ser incluido nas discussões sobre um cessar-fogo nos territórios ocupados por Israel.
“O fim das violações do direito humanitário, começando pela circulação das ambulâncias, contribuiria para reduzir o nível de violência e melhorar a situação da população”, afirmou o ministro suíço.
Kofi Annan afirmou a Joseph Deiss que “a Suíça será recebida de braços abertos pelos 189 países membros da ONU. A adesão oficial da Suíça vai ocorrer na assemblléia geral das Nações Unidas, em Nova York, em setembro.
Mais credibilidade
Respondendo a uma pregunta na coletiva à imprensa, em Genebra, Deiss disse que o tom da diplomacia suíça não mas ganhou mais credibilidade depois que a adesão à ONU foi aprobada.
O ministro lembrou que os dois pilares da diplomacia suíça são o respeito ao direito humanitario e a promoção da paz.
swissinfo com agências
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