Infecções sanguíneas matam 4 mil pessoas por ano na Suíça
Para marcar o Dia Mundial da Sepse, realizado no domingo, o Programa Suíço contra a Sepse está promovendo a conscientização sobre os perigos da doença. A sepse pode afetar qualquer pessoa – e, se os sintomas não forem reconhecidos, pode evoluir para uma emergência com risco de vida.
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Todos os anos, são registrados 20.000 casos de sepse nos hospitais suíços, dos quais 4.000 resultam em morte. De acordo com o comunicado à imprensa, o número de mortes é, portanto, comparável ao do câncer de mama, de intestino e de próstata somados.
Em Berna, grupos de pacientes e familiares do Programa Suíço de Sepse (SSP) fundaram agora a associação Sepse Suíça para aumentar a conscientização sobre a doença e garantir um melhor apoio. A associação foi fundada na véspera do Dia Mundial da Sepse, celebrado no dia 13 de setembro. Seu objetivo é oferecer às pessoas afetadas e seus familiares uma plataforma para discussão e aconselhamento.
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“A sepse é sempre uma emergência médica”, enfatizou o presidente da associação, Anton Löffel, em um comunicado. A condição pode levar a deficiências físicas e psicológicas permanentes, bem como a danos em órgãos ou amputações, afirmou ele.
Se houver suspeita de sepse, deve-se procurar ajuda médica imediatamente. “Pensar na sepse significa salvar vidas”, disse Löffel.
Adaptação: Fernando Hirschy
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