Participação concreta
A adesão da Suíça às Nações Unidas movimenta também as organizações não-governamentais (ONGs) no país. Mais de 30 delas querem acompanhar ativamente o trabalho da Suíça dentro da ONU.
Plano de atuação é entregue ao governo
Elas entregaram um plano de atuação conjunta para o governo, que deverá servir como base de trabalho e definir sua atuação dentro da Assembléia Geral da ONU e a influência sobre as posições do governo suíço.
Mais de 70 organizações jovens, da igreja, ecológicas e de apoio ao Terceiro Mundo foram convidadas pela Associação Suíça-Nações Unidas (GSVN) para darem sua opinião frente à futura política da Suíça dentro da ONU.
Aproveitar das próprias experiências
As ONGs querem que a Suíça se apresente na ONU como um país neutro. Porém suas posições se dividem em alguns temas. Apesar de algumas contradições, elas pretendem atingir, através das suas propostas, uma política coerente e global para o país.
A Suíça deve engajar-se em setores onde a sua experiência amealhada durante anos possa ser melhor empregada. Sobretudo direitos humanos, padrões sociais e crescimento sustentável serão os pontos fortes da sua política.
Evitar grandes expectativas
Através de uma posição otimista, mas pragmática, as organizações governamentais acompanham a mesma direção política do governo. Essa deve reforçar sobretudo a atuação anterior da Suíça dentro dos diferentes organismos da ONU.
Joseph Deiss, ministro da Relações Exteriores, espera que a adesão à ONU faça renascer a política exterior da Suíça. Ele também adverte para que as expectativas não sejam muito grandes.
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