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Congresso discute erros médicos

Falhas médicas seriam responsáveis por 2 a 3 mil mortes por ano, na Suíça Keystone

Especialistas e políticos estão reunidos em Lucerna, centro do país, para discutir a gestão das falhas médicas. Estudo oficial indica que entre 2 mil 3 mil mortes por ano na Suíça são devidas a erros médicos.

A Divisão federal de Seguros Sociais (OFAS), órgão do Ministério do Interior, está propondo a criação de um registro de falhas médicas. A proposta sem precedentes é discutida durante o Congresso que reune políticos e especialistas de saúde segunda e terça-feira em Lucerna.

O OFAS calcula entre 2 mil e 3 mil mortes por ano devido os erros médicos. Os dados são contestados mas é o único estudo disponível nessa áresa.

A questão está deixando de ser tabu depois de alguns casos dramáticos ocorridos ultimamente: crianças morreram em um hospital de Berna devido a troca de remédios e uma pessoa sofreu uma amputação da perna errada em Lugano, sul do país.

O número de vítimas devido tratamentos errôneos seria relativamente raro. Estudo do psicólogo Charles Vincent, apresentado em Lucerna, indica que o tratamento errado representa 8% das falhas médicas. Há problemas, por exemplo, na prescrição de antibióticos, afirma Vincent.

swissinfo com agências

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