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Deslizes políticos iluminam o carnaval da Basileia

"Até o final" é o lema do carnaval da Basileia deste ano, que começou nesta segunda-feira às 4 da manhã. Quando as luzes se apagaram no centro da cidade, lanternas satíricas coloridas iluminaram 10.000 foliões e músicos. (Keystone SDA, swissinfo.ch)

Este conteúdo foi publicado em 11. março 2019 - 10:07
swissinfo.ch

“Morgestraich, vorwärts marsch!” (Desfile matinal, em frente, marche!). O grito ecoou e os grupos começaram a se arrastar pelas ruas do centro histórico da Basileia, atrás de suas enormes lanternas. O céu estava claro, o vento estava calmo e os bateristas e tocadores de pífano garantiram que todos ficassem bem acordados.

A gama de alvos para as lanternas foi tão ampla quanto nos anos anteriores. Além do racismo, da poluição ambiental e do suicídio assistido, os satiristas miraram em eventos de notícias mundiais (o presidente dos EUA, Donald Trump, como um mascate de notícias falsas), bem como em outros locais.​​​​​​​


"Quem está no comando?" Comemorando 100 anos do Circo Knie, também chamado de circo nacional da Suíça, estão (da esquerda para a direita) o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, a primeira-ministra britânica Theresa May e o líder norte-coreano Kim Jong-un. O elefante é os Estados Unidos. Georgios Kefalas/Keystone


O lema, “Bis zletscht” (até o final), faz alusão ao fim da feira MUBA, a autodeclarada “mãe de todas as feiras”, que fechou suas portas em Basileia pela 103ª e última vez em fevereiro.


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