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Suíça inicia maior operação de repatriação da história

Aproximadamente 15 mil cidadãos suíços encontram-se atualmente no exterior. Reuters / Arnd Wiegmann

Com três voos para turistas suíços bloqueados em países da América do Sul programados na semana e outros planejados para ocorrer em poucos dias, o ministério suíço das Relações Exteriores (EDA) monta a "maior operação de repatriação de suíços" da história do país.

Este conteúdo foi publicado em 23. março 2020 - 17:13
swissinfo.ch/dos

Durante uma coletiva de imprensa na segunda-feira (23.03), Hans-Peter Lenz, porta-voz do EDALink externo, confirmou os voosLink externo organizados pelo governo para trazer de volta turistas no Peru, Colômbia e Costa Rica. Voos para outros continentes estão sendo no momento organizados.

"Vamos continuar a aumentar seu ritmo", declarou Lenz, acrescentando que a operação pode representar a "maior ação de repatriação' da história recente do país".

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Cerca de 15 mil turistas suíços registrados estão atualmente no exterior, muitos em locais "remotos", de acordo com Lenz. O governo convocou todos os viajantes a retornarem o mais rápido possível devido às interrupções globais causadas pela epidemia do coronavírus. O EDA solicitou, por sua vez, pediu os cidadãos suíços se registrem através do aplicativo Travel AdminLink externo, onde podem enviar nome, números de contato e o local de estadia. Graças ao aplicativo, mais de 7.500 suíços foram registrados só no final de semana, segundo o porta-voz.

Questionado sobre os critérios de prioridade, Lenz disse que turistas suíços terão prioridade na reserva dos assentos. Eles serão seguidos por suíços que vivem no exterior, acompanhados por cidadãos de "países vizinhos" e, finalmente, os cidadãos de países da União Europeia.

Nos próximos dias aproximadamente 750 pessoas serão trazidas de volta à Suíça em voos fretados que sairão de Lima, Bogotá e San José. Elas deverão ficar em quarentena por pelo menos dez dias.

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