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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

– Israel detecta mísseis lançados do Irã –

O Exército israelense anunciou que detectou mísseis lançados em direção ao seu território a partir do Irã e ativou seus sistemas de defesa antiaérea.

Jornalistas da AFP ouviram em Jerusalém os sistemas de alerta aéreo e o estrondo de explosões à distância.

– Arábia Saudita intercepta mísseis balísticos –

A Arábia Saudita informou que havia interceptado sete mísseis balísticos em ataques dirigidos contra uma base aérea e sua região oriental.

– Israel ataca Irã e sul de Beirute –

Novas explosões ressoaram no norte e no oeste da capital iraniana, já sacudida por explosões mais cedo no dia. Os alvos atingidos não foram conhecidos imediatamente.

O exército israelense disse em um comunicado que, “em paralelo” com bombardeios no Irã, “iniciou uma onda de ataques (…) contra infraestrutura do Hezbollah em Dahieh, em Beirute”.

– Reunião do G7 –

O presidente francês, Emmanuel Macron, realizará nesta quarta-feira às 15h00 (11h00 de Brasília) uma reunião dos chefes de Estado e de governo do G7 sobre “as consequências econômicas” da guerra no Oriente Médio, em particular a “situação energética” e as “medidas para mitigá-las”, anunciou o Palácio do Eliseu.

– Qatar Airways afirma que operará 29 voos na quinta-feira –

A Qatar Airways operará 29 voos de e para Doha na quinta-feira após receber uma “autorização temporária da Autoridade de Aviação Civil do Catar” para “apoiar os passageiros afetados pela interrupção”, anunciou a companhia no X na noite desta terça-feira. Os voos incluem partidas para Londres, Nova York e Madri, mesmo enquanto o Irã continua seus ataques de represália na região do golfo Pérsico.

– EUA destrói 16 navios minadores iranianos –

O Exército dos Estados Unidos anunciou na terça-feira a destruição de 16 navios minadores iranianos perto do estreito de Ormuz, depois que o presidente Donald Trump ameaçou o Irã com graves “consequências militares” caso Teerã decidisse minar esse eixo crucial para o transporte mundial de petróleo e gás.

Nesta terça-feira, a Casa Branca foi obrigada a desmentir que os Estados Unidos tenham escoltado qualquer petroleiro através do estreito. Antes, a conta nas redes sociais do secretário de Energia publicou, e depois apagou, uma afirmação nesse sentido.

– Volatilidade nos preços do petróleo –

O preço do West Texas Intermediate (WTI), o principal índice de referência do petróleo nos Estados Unidos, disparou no fim da terça-feira, depois que o presidente Trump intensificou suas ameaças em torno do estratégico Estreito de Ormuz.

Por volta das 19h30 de Brasília, o West Texas Intermediate (WTI) subia 5,03%, para 87,65 dólares por barril. Os preços do petróleo têm mostrado grande volatilidade. Na segunda-feira, saltaram muito acima dos 100 dólares por barril depois que os ataques iranianos contra navios mercantes fecharam de fato o Estreito de Ormuz.

– Bases americanas atacadas –

Os Guardiões da Revolução, o exército ideológico do Irã, afirmaram ter atacado bases americanas no Bahrein e no Curdistão iraquiano.

– Irã pede que ONU “condene” agressão de Israel e EUA –

O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, pediu que a ONU condene a “agressão” dos Estados Unidos e de Israel, durante uma conversa telefônica com o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres.

Araghchi “enfatizou as sérias expectativas do governo e do povo iranianos em relação ao secretário-geral e ao Conselho de Segurança da ONU para que adotem posições mais firmes e responsáveis, condenando explicitamente a agressão”, informou a agência iraniana Tasnim.

– EUA relata 140 militares feridos –

O Pentágono informou que 140 militares americanos ficaram feridos desde o início da ofensiva contra o Irã em 28 de fevereiro, a grande maioria com lesões leves, e declarou que 108 militares já voltaram ao serviço ativo e que oito continuam em estado grave.

– Diplomatas iranianos “assassinados” em Beirute –

O Irã acusa Israel de ter “assassinado” quatro de seus diplomatas no Líbano durante um ataque no domingo contra um hotel em Beirute.

O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, criticou o Conselho de Segurança da ONU por “fechar os olhos”.

Israel afirma ter matado quatro membros da Guarda Revolucionária, bem como uma quinta pessoa, integrante do Hezbollah libanês pró-Irã.

bur-ad-al/meb/erl/am

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