Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
– Israel amplia suas operações no Líbano –
O Exército israelense avisou, nesta quinta-feira (12), que atacará um edifício no centro da capital libanesa, Beirute, que, segundo afirmou, é uma instalação do Hezbollah, e pediu aos moradores dos arredores que deixem a área.
Horas antes, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ordenou às suas tropas que se preparassem para “expandir” as operações no Líbano, onde seu país luta contra o movimento armado pró-Irã Hezbollah em uma das múltiplas frentes da guerra no Oriente Médio.
– Trump: o que importa é frear o mal –
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou que se importa mais em deter “um império do mal”, em referência ao Irã, do que com os preços do petróleo.
“Quando os preços do petróleo sobem, ganhamos muito dinheiro. MAS, para mim, como presidente, é de um interesse e importância muito maiores deter um império do mal, o Irã, para que não tenha armas nucleares e destrua o Oriente Médio e, inclusive, o mundo”,escreveu o presidente americano em sua plataforma Truth Social.
– Khamenei filho: até completar a vingança –
O novo líder supremo iraniano, o aiatolá Mojtaba Khamenei, sucessor de seu pai Ali, morto nos ataques dos Estados Unidos e de Israel, chamou a lutar até completar “a vingança”, em sua primeira mensagem desde que foi nomeado no domingo.
“Por enquanto, concretizou-se apenas uma pequena parte dessa vingança, mas enquanto ela não estiver completa, será uma de nossas prioridades”, disse o novo líder, de 56 anos.
– Turquia em diálogo com Irã e EUA –
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou que seu país mantém diálogo com Irã e Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio e retomar as negociações.
– EUA não estão prontos para escoltar navios em Ormuz –
O secretário de Energia dos Estados Unidos afirmou que as forças armadas americanas “não estão prontas” neste momento para escoltar petroleiros pelo estratégico Estreito de Ormuz, porque todos os seus recursos estão mobilizados para atacar o Irã.
“Isso acontecerá relativamente em breve, mas não pode acontecer agora. Simplesmente não estamos prontos”, disse Chris Wright ao canal CNBC.
– Irã acusa europeus de cumplicidade –
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã acusou a União Europeia de “cumplicidade” nos ataques de Estados Unidos e Israel contra a república islâmica.
“A indiferença e a aquiescência da União Europeia diante da agressão, das brutalidades e das atrocidades de Estados Unidos e Israel não são menos que cumplicidade”, afirmou Esmail Baghaei.
– Fábricas de armas nucleares –
O Exército israelense anunciou que atingiu uma instalação ao sudeste de Teerã – o complexo de Taleqan – onde, segundo afirma, estavam sendo desenvolvidas armas nucleares.
Segundo o centro de estudos americano Institute for Science and International Security (ISIS), que acompanha o programa nuclear iraniano, a república islâmica realizou ali recentemente atividades militares encobertas.
– Mais de 3 milhões de deslocados no Irã –
Cerca de 3,2 milhões de iranianos foram deslocados dentro do país desde o início da guerra, anunciou o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR).
– Explosões em Teerã –
Uma série de fortes explosões sacudiu Teerã, segundo um jornalista da AFP. Colunas de fumaça se elevavam do oeste da capital.
– Combatentes pró-Irã mortos no Iraque –
Pelo menos nove pessoas morreram e dez ficaram feridas em bombardeios aéreos contra uma base no Iraque pertencente a um grupo pró-Irã incluído na lista de organizações terroristas dos Estados Unidos.
Também foi registrada ao menos uma morte em um ataque contra dois petroleiros diante da costa do Iraque.
– Navio com bandeira das Ilhas Marshall atacado –
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que atacou, no Golfo, um navio com bandeira das Ilhas Marshall, que segundo Teerã pertenceria aos Estados Unidos, após “ignorar e não atender as advertências”.
– Redução drástica da produção de petróleo –
Os países do Golfo reduziram a produção de petróleo em pelo menos 10 milhões de barris diários diante do bloqueio do Estreito de Ormuz pela guerra, o que representa “a maior perturbação” de fornecimento da história, informou a Agência Internacional de Energia (AIE).
“Reduções importantes da oferta” foram registradas, em particular, no Iraque, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e na Arábia Saudita, todos alvo de ataques de represália do Irã.
– Ataques de drones contra países do Golfo –
Vários drones iranianos atingiram o aeroporto internacional do Kuwait, provocando “danos materiais”, informaram as autoridades.
Também foi registrado um “incidente menor com drones” em um edifício em Dubai, depois que os aparelhos foram interceptados “com sucesso”, segundo o governo local.
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