Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
– Morre jornalista libanesa em bombardeio israelense –
A jornalista libanesa Amal Khalil “morreu após um bombardeio aéreo” israelense nesta quarta-feira (22), no sul do Líbano, informaram a Defesa Civil e o veículo de comunicação onde ela trabalhava. Outra jornalista ficou ferida.
– Trump não tem um prazo limite para uma proposta de paz do Irã –
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estabeleceu um prazo para que o Irã apresente uma proposta de paz, informou a Casa Branca nesta quarta-feira.
“Em última instância, o calendário será determinado pelo comandante em chefe”, declarou aos jornalistas a secretária de imprensa, Karoline Leavitt.
– Casa Branca diz que Irã não violou cessar-fogo ao apreender dois navios –
Donald Trump não considera que a apreensão de dois navios no Estreito de Ormuz por parte do Irã tenha sido uma violação do cessar-fogo, afirmou nesta quarta-feira a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
“Não, porque não eram navios americanos, não eram navios israelenses”, declarou a porta-voz à Fox News.
– Irã classifica como “notícias falsas” afirmações de Trump –
A Justiça iraniana acusou na quarta-feira Donald Trump de divulgar “notícias falsas” sobre mulheres iranianas que, segundo ele, estavam ameaçadas de execução e teriam sido indultadas a seu pedido.
“Trump não tem nada a mostrar no terreno, o que o levou a inventar sucessos a partir de notícias falsas”, afirmou na noite de quarta-feira o Mizan, órgão de imprensa do poder judiciário iraniano.
– Irã descarta reabrir Ormuz enquanto durar o bloqueio dos EUA –
O presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Bagher Ghalibaf, uma das principais figuras do poder no país, descartou a reabertura do Estreito de Ormuz enquanto durar o bloqueio americano aos portos iranianos.
– Irã “aprecia” esforços do Paquistão para acabar com a guerra –
O Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou que “aprecia” os esforços do Paquistão como mediador para pôr fim à guerra com os Estados Unidos, mas sem se pronunciar sobre a prorrogação do cessar-fogo, decidida unilateralmente por Washington.
– EUA e Irã podem negociar nos próximos três dias –
Um segundo ciclo de negociações entre os Estados Unidos e o Irã pode ser realizado nos próximos três dias, noticiou o jornal The New York Post nesta quarta-feira, citando fontes paquistanesas anônimas e o presidente Donald Trump.
“É possível!”, respondeu Trump ao New York Post por mensagem de texto quando foi perguntado sobre as fontes no Paquistão, que afirmaram que uma segunda rodada de diálogo em Islamabad é esperada dentro das próximas 36 a 72 horas.
– Irã diz que apreendeu dois navios –
As forças iranianas atacaram três navios cargueiros, apreenderam dois e atiraram contra outro, informaram agências de vigilância marítima e a Guarda Revolucionária.
A agência britânica de segurança marítima UKMTO afirmou que uma lancha armada iraniana abriu fogo contra um cargueiro na costa de Omã e que também foram feitos disparos contra uma embarcação na costa do Irã.
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico iraniano, disse em um comunicado que deteve “dois navios infratores” no Estreito de Ormuz e que as embarcações foram apreendidas.
– Líbano solicitará prorrogação da trégua –
O Líbano vai pedir que o cessar-fogo seja prorrogado por um mês durante as conversas com Israel previstas para quinta-feira em Washington, indicou uma fonte oficial à AFP, apesar de três pessoas terem morrido nesta quarta-feira em ataques israelenses, segundo um meio de comunicação estatal.
Em Washington, “o Líbano solicitará a prorrogação da trégua por um mês, o estrito respeito ao cessar-fogo e o fim, por parte de Israel, das operações de detonação e destruição nas zonas onde está presente”, indicou uma fonte oficial à AFP.
O presidente Joseph Aoun declarou nesta quarta-feira que “contatos para prolongar o cessar-fogo estão sendo mantidos”.
– Israel insta Líbano a trabalharem juntos contra o Hezbollah –
O ministro israelense das Relações Exteriores, Gideon Saar, afirmou que seu país busca “a paz e a normalização” das relações com o Líbano e não tem nenhuma “grave divergência” com seu vizinho do norte.
Saar instou a trabalharem juntos contra o movimento islamista xiita Hezbollah no segundo ciclo de conversas em Washington, ao afirmar que o Líbano é um Estado falido, “um Estado que se encontra de fato sob ocupação iraniana” por meio desse grupo aliado do Irã.
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