Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
– Chanceler iraniano se reúne com ministro chinês em Pequim –
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, se reuniu nesta quarta-feira (6) em Pequim seu homólogo do Irã, Abbas Araghchi, informou a agência estatal de notícias chinesa Xinhua
Segundo a agência iraniana de notícias Fars, Araghchi discutiu com o ministro chinês “as relações bilaterais e acontecimentos regionais e internacionais”.
– Trump suspende operação americana de escolta em Ormuz –
Trump anunciou nesta terça-feira (5) a suspensão da operação americana de escolta de navios através do Estreito de Ormuz, que estava em andamento há apenas um dia, com o objetivo de chegar a um acordo com o Irã para pôr fim à guerra no Oriente Médio.
O presidente americano declarou em sua plataforma Truth Social que foram conseguidos “grandes avanços” nas negociações e que o “Projeto Liberdade” seria suspenso “por um curto período” para ver se seria possível “finalizar e firmar” um acordo.
– Petróleo opera em queda –
Os preços do petróleo prosseguiam com a tendência de queda diante das novas expectativas de fim da guerra no Irã e da reabertura do Estreito de Ormuz.
O barril de West Texas Intermediate, referência do mercado americano, caía 1,78%, a 100,45 dólares nas negociações asiáticas. O Brent do Mar do Norte, referência mundial, recuava 1,7%, a 108 dólares.
– Austrália criará reserva nacional de combustíveis –
A Austrália vai criar uma reserva nacional de combustível de um bilhão de litros para proteger o país da crise energética provocada pela guerra no Oriente Médio, anunciou o primeiro-ministro Anthony Albanese.
O chefe de Governo afirmou que a reserva de propriedade estatal reforçará o abastecimento de longo prazo de diesel e combustível de aviação.
– Navio de carga atingido por projétil em Ormuz –
Um navio de carga foi atingido por um “projétil de origem desconhecida” no Estreito de Ormuz, informou a agência britânica de segurança marítima UKMTO.
“Uma fonte verificada indicou que um navio de carga tinha sido atingido por um projétil de origem desconhecida” nesta rota marítima estratégica, anunciou a agência em comunicado, ao detalhar que o incidente tinha sido registrado por volta de 18h30 GMT (15h30 em Brasília) desta terça-feira.
– Projeto de resolução dos EUA na ONU sobre Ormuz –
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou que seu país apresentará uma resolução ao Conselho de Segurança da ONU para “defender a liberdade de navegação e garantir a segurança do Estreito de Ormuz”.
O projeto de resolução, elaborado em conjunto com Bahrein, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar, “exige que o Irã cesse os ataques, a colocação de minas e qualquer tipo de cobrança de pedágio” no estreito, detalhou o secretário de Estado em comunicado.
– Rubio afirma que fase ofensiva da guerra contra o Irã está ‘encerrada’ –
Os Estados Unidos concluíram suas operações ofensivas contra o Irã, acrescentou Rubio, o que confirma uma comunicação oficial enviada ao Congresso quase um mês após o início de um frágil cessar-fogo.
“A operação — Epic Fury — está encerrada, conforme o presidente informou ao Congresso. Concluímos essa fase”, disse Rubio a jornalistas na Casa Branca.
– Irã nega ‘categoricamente’ ter atacado os Emirados –
O comando militar iraniano negou “categoricamente” ter atacado os Emirados Árabes Unidos, que afirmaram nesta terça-feira que ativaram sua defesa aérea pelo segundo dia consecutivo diante de mísseis e drones lançados a partir do Irã.
“As forças armadas da República Islâmica do Irã não realizaram nenhuma operação de mísseis ou drones contra os Emirados Árabes Unidos nos últimos dias”, afirmou o porta-voz do quartel-general do comando das forças armadas, Khatam Al Anbiya, citado pela televisão estatal.
– Trump pede ao Irã que atue com inteligência e chegue a um acordo –
Trump instou o Irã a agir com inteligência e chegar a um acordo para pôr fim ao conflito, acrescentando que não quer intervir e “matar pessoas”.
“Eles deveriam fazer o que é inteligente, porque não queremos ir lá e matar pessoas. De verdade, não […] Não quero fazer isso, é duro demais”, disse o mandatário a jornalistas no Salão Oval.
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