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Crossair retoma vôos Swissair

A decolagem seria agora para valer Keystone Archive

A recém-nomeada direção de Crossair aprovou plano de retomar parcialmente vôos da falida Swissair : 26 rotas médias e 26 longas, inclusive para São Paulo.

Este conteúdo foi publicado em 20. dezembro 2001 - 10:41

Após encontro de 8 horas - que se prolongou na noite de quarta-feira, 19/12 - o Conselho de Administração da Crossair, a maior empresa aérea regional da Europa, endossou o plano de salvamento parcial da Swissair, retomando linhas da empresa nacional suíça, em concordata desde outubro.

Condições estritas

A principal condição é que a nova companhia nada assuma dos compromissos financeiros da Swissair (em Portugal, Belgica, França...)

O chefe da Crossair, André Dosé, considera «crucial » observar o plano de resgate adotado anteriormente. (Nesse plano está previsto aumento do capital da empresa de 330 milhões a 2.8 bilhões de francos suíços - cerca de 1.7 bi de dólares).

Aponta também como importante o resultado do referendo no estado de Zurique, 13 de janeiro, quando o povo deve decidir sobre injeção de de 300 milhões de francos (US$182 milhões) na Crossair.

Que nome para a Crossair?

Para satisfazer a gregos e troianos, Crossair, sediada em Basiléia, manterá em Zurique, base da Swissair, os departamentos de vendas e de operações de vôo. Basiléia fica com os departamentos de finanças e contrôle.

Quanto a novo nome mais expressivo para Crossair, nada foi decidido. A tentação é muito grande de retomar o nome Swissair. O receio é de herdar as dívidas da companhia falida. Crossair já tem problemas suficientes que dificulta sua decolagem.

swissinfo com agências.

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