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Castelo de Chillon bate recorde de visitantes

O Château de Chillon, o monumento histórico mais visitado da Suíça, estabeleceu um novo recorde no ano passado: 432.000 pessoas visitaram o castelo medieval perto de Montreux, no Lago de Genebra.

Este conteúdo foi publicado em 15. janeiro 2020 - 07:45
O Château de Chillon é o monumento histórico mais visitado da Suíça Keystone

O número representa um aumento de 7% em relação a 2018, disse na terça-feira (14) a Fundação do Castelo de ChillonLink externo. O número de visitantes ultrapassou assim, pelo terceiro ano consecutivo, 400.000 entradas. 

Os visitantes da Suíça representaram 22% do total, seguidos pelos da China (15%), Estados Unidos (12%), França (6,5%) e Coreia do Sul (4%). 

O castelo já inspirou vários autores, como Lord Byron em 1816, ou mais recentemente George R. R. Martin, autor de 'Game of Thrones' Keystone

Desde 2019, informações escritas sobre o castelo estão disponíveis em 17 idiomas, entre eles árabe, hebraico e tailandês. O guia áudio está disponível em nove idiomas, incluindo coreano, desde 2019. 

Além disso, o número de visitas guiadas aumentou de 2.688 em 2018 para 3.257. 

A Fundação Castelo de Chillon gera mais de 90% de sua renda através de suas próprias atividades, sendo que 65% vem dos bilhetes de entrada. Apenas 5% das receitas são subsídios para obras de restauração e manutenção do castelo. 


Château de Chillon 

Localizado em uma estrada estreita entre o Lago de Genebra e uma encosta de montanha, Chillon era um ponto estratégico na rota para a Itália. Os achados arqueológicos da região remontam à Idade do Bronze. 

A primeira menção ao castelo remonta a 1150. O castelo teve sua idade de ouro devido à sua localização ao longo da rota comercial para a Itália através do desfiladeiro do Grande São Bernardo. Mas essa importância diminuiu progressivamente na virada do século XIV, quando o centro administrativo do Ducado de Saboia foi transferido para Chambéry. 

Sob o domínio bernês (1536-1798), o castelo tornou-se uma fortaleza e também foi usado como prisão. 

O castelo tornou-se propriedade do Cantão de Vaud em 1803 e foi restaurado no final do século XIX, recebendo visitantes pagantes a partir de 1896.

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