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Comando realiza seqüestro em hotel de Istambul

Polícia turca tomando posição na frente do Swissôtel Keystone

Um grupo armado que seria simpatizante da causa chechena controla um estabelecimento da rede Swissôtel, na capital turca. Aparentemente protesta contra a campanha militar russa na Chechênia.

Ainda pouco se sabe sobre o comando

Os seqüestradores, segundo a polícia turca, seriam de 20 pessoas no máximo. Não se sabe exatamente quantas hóspedes ameaçam. Chegaram a obrigar cerca de 60 deles a se deitarem no saguão do hotel que pertence a grupo suíço Sair (SAirGroup).

Segundo porta-voz de Swissair – principal integrante do Grupo – de 10 a 15 empregados do Swissôtel de Istambul e 9 membros de tripulação da empresa aérea encontram-se entre os reféns. O mesmo porta-voz avalia em 600 o número de hóspedes no hotel no momento do seqüestro na noite de domingo para segunda-feira.

Enquanto isso, a presidência separatista chechena condenou tomada de reféns, afirmando que a operação de comando “não tinha nenhuma relação com sua atividade ou sua política. Estima que a responsabilidade do ato “recai plenamente sobre a direção da Federação Russa, em razão de sua política de discriminação em relação aos chechenos e à Chechênia”.

swissinfo com agências

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