Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
Esses são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
Bombardeios israelenses no Líbano deixam pelo menos 17 mortos –
Novos ataques israelenses no sul do Líbano causaram pelo menos 17 mortos nesta quinta-feira (30), anunciou o Ministério da Saúde local, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.
As operações israelenses no Líbano já causaram mais de 2.500 mortos e mais de um milhão de deslocados desde 2 de março, segundo um balanço oficial.
– Defesa antiaérea repele ataques em Teerã –
Sistemas de defesa antiaérea foram ativados na noite de quinta-feira contra pequenas aeronaves e drones no céu de Teerã, informaram meios de comunicação iranianos.
As agências de notícias Tasnim e Fars informaram que haviam sido ativados “para repelir pequenas aeronaves e drones de reconhecimento” sobre a capital iraniana, sem fornecer mais detalhes.
– Irã jogará a Copa do Mundo de futebol –
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reiterou nesta quinta-feira que o Irã participará da Copa do Mundo de 2026 e que disputará, como previsto, suas três partidas da fase de grupos nos Estados Unidos.
“Se Gianni disse isso, eu estou OK”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Eu digo: ‘deixem eles jogarem'”.
– Embaixada dos EUA em Beirute pede reunião entre líderes do Líbano e de Israel –
A embaixada dos Estados Unidos no Líbano pediu nesta quinta-feira uma reunião entre o presidente libanês, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, duas semanas depois de Trump anunciar um cessar-fogo na guerra entre Israel e o Hezbollah.
Um encontro direto entre Aoun e Netanyahu, “facilitado pelo presidente Trump, daria ao Líbano a oportunidade de obter garantias concretas sobre sua plena soberania, integridade territorial, fronteiras seguras, apoio humanitário e de reconstrução, e a restauração completa da autoridade do Estado libanês em cada centímetro de seu território, garantidas pelos Estados Unidos”, afirmou a embaixada na rede X.
– Os preços do petróleo voltam a cair –
Os preços do petróleo fecharam em queda nesta quinta-feira, após uma forte alta no início da sessão, um novo sinal do nervosismo do mercado enquanto a guerra se prolonga no Oriente Médio.
O barril do West Texas Intermediate, para entrega em junho, recuou 1,69%, para 105,07 dólares. O Brent do mar do Norte, para entrega no mesmo mês, caiu 3,41%, para 114,01 dólares. Mais cedo, havia subido até 126,41 dólares, seu nível mais alto desde o início da guerra na Ucrânia.
– Presidente do Irã classifica bloqueio naval como “extensão das operações militares” –
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos constitui uma “extensão das operações militares”, apesar do cessar-fogo em vigor.
– Um soldado israelense morre no Líbano –
O Exército israelense anunciou a morte “em combate” do sargento Liem Ben Hemo, de 19 anos, no sul do Líbano, o quarto soldado morto desde a entrada em vigor do cessar-fogo em 17 de abril com o movimento pró-iraniano Hezbollah.
– Israel pode ter que “agir novamente” contra o Irã –
O ministro da Defesa de Israel indicou que podem ter que “agir novamente” em breve contra o Irã para que “não volte a se tornar uma ameaça para Israel”.
“O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em coordenação com o primeiro-ministro (israelense) Benjamin Netanyahu, está liderando os esforços para alcançar os objetivos da campanha, para garantir que o Irã não volte a se tornar uma ameaça para Israel, os Estados Unidos e o mundo livre no futuro”, declarou Israel Katz.
– Bloqueio de Ormuz está “estrangulando” a economia mundial, alerta ONU –
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o agravamento das consequências econômicas do bloqueio do estreito de Ormuz. O bloqueio dessa via marítima vital está “estrangulando a economia mundial”, advertiu.
– Líder supremo iraniano afirma que EUA sofreu “derrota vergonhosa” –
Os Estados Unidos sofreram uma “derrota vergonhosa”, afirmou o líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, em uma mensagem lida na televisão estatal, dois meses depois do início da guerra.
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