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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Confira os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

– Turquia alerta para crise de refugiados “permanente” –

“Se a guerra (…) continuar, existe a possibilidade de que isso se torne uma crise permanente de refugiados, com pessoas buscando refúgio fora das fronteiras de seus países”, disse o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, em uma coletiva de imprensa. 

“Isso precisa acabar o mais rápido possível”, insistiu ele.

– Trump considera boa a demissão de alto cargo da inteligência –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que a renúncia de uma autoridade americana de alto escalão de contraterrorismo, em protesto contra a guerra no Irã, era “uma coisa boa”, porque ele era “muito fraco em segurança”. 

Joseph Kent, diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA (NCTC), apresentou sua renúncia nesta terça-feira, afirmando que “não pode, em sã consciência, apoiar a guerra em curso no Irã”.

– Trump critica Otan e Starmer –

Donald Trump classificou a recusa de vários países da Otan em ajudar os Estados Unidos a reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã, como um “erro muito estúpido”. 

Trump também criticou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer: “Ele não demonstrou nenhum apoio e acho que isso é um grande erro”.

– Mais de 900 mortos no Líbano –

Os ataques israelenses mataram 912 pessoas no Líbano desde o início da guerra entre Israel e o movimento pró-iraniano Hezbollah, em 2 de março, sendo 111 delas crianças, informou o Ministério da Saúde libanês.

– Netanyahu convoca iranianos a tomar “seu destino” nas próprias mãos –

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a morte de Ali Larijani dá aos iranianos uma “oportunidade de tomar o seu destino em suas próprias mãos”. 

Horas antes, o exército israelense alegou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança, e o general Gholamreza Soleimani, comandante da milícia islamista de voluntários Basij. O Irã não confirmou a informação.

– Preço do petróleo se modera –

A alta dos preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio se moderou nesta terça-feira, embora tenha se mantido em torno de 100 dólares (526 reais), depois que vários países rejeitaram o apelo dos Estados Unidos para o envio de navios ao Estreito de Ormuz.

– Convocação de protestos –

As autoridades iranianas convocaram a população a participar de manifestações em massa para combater os “complôs” do inimigo.

– Nota manuscrita de Larijani –

Logo após Israel anunciar a morte dessa figura-chave da República Islâmica, as contas oficiais de Ali Larijani nas redes sociais X e Telegram publicaram uma nota manuscrita em homenagem aos soldados iranianos mortos em combate.

– ONU alerta para risco de fome –

Uma prolongação da guerra no Oriente Médio até junho faria com que outras 45 milhões de pessoas sofressem de fome, alertou o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU.

– Israel ataca a periferia de Beirute –

A aviação de Israel bombardeou um subúrbio ao sul de Beirute, uma área considerada reduto do movimento pró-iraniano Hezbollah. 

O Exército libanês anunciou que um soldado morreu e quatro ficaram feridos.

– Um morto em Abu Dhabi –

A queda de destroços de um míssil interceptado provocou a morte de uma pessoa na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi.

No Kuwait, destroços de outro míssil deixaram dois feridos em um centro médico.

– A guerra modificará a ordem regional –

A ordem no Oriente Médio “vai mudar, mas não será uma ordem na qual prevaleça a vontade dos Estados Unidos”, disse o presidente do Parlamento do Irã, Mohamad Begher Ghalibaf. “Será uma ordem regional, autônoma”, acrescentou.

– 10 supostos espiões detidos no Irã –

A Guarda Revolucionária iraniana anunciou a prisão de 10 “espiões estrangeiros” na província de Khorasan Razavi (nordeste), segundo a agência ISNA.

Quatro detidos coletavam informações “sobre locais sensíveis e infraestrutura econômica”, enquanto os demais estão ligados a um “grupo terrorista monarquista”. A nacionalidade dos detidos não foi revelada.

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