Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
– Treze mortos em ataque israelense no Líbano –
Um ataque israelense em três localidades do sul do Líbano deixou um saldo de 13 pessoas mortas, entre elas um soldado, uma criança e dois socorristas, informou nesta terça-feira (12), em comunicado, o Ministério da Saúde libanês.
– Macron anuncia iniciativa na ONU sobre Ormuz –
A França vai “tomar uma iniciativa” na ONU para propor um “marco” com vistas a uma missão “totalmente neutra e pacífica” para assegurar no futuro o Estreito de Ormuz, anunciou nesta terça-feira Emmanuel Macron em entrevista à TV5, France 24 e Radio France Internationale.
“Devemos conseguir a reabertura incondicional, sem pedágios, de Ormuz. Desmantelando todos os bloqueios e mantendo realmente esse diálogo de exigência com o Irã”, declarou o presidente francês em Nairóbi, ao término de uma cúpula franco-africana.
– Kuwait frustrou uma tentativa de infiltração iraniana –
O Ministério do Interior do Kuwait afirmou que quatro pessoas detidas no início de maio quando tentavam entrar por mar no país “confessaram” pertencer à Guarda Revolucionária, o exército ideológico iraniano.
O Irã rejeitou mais tarde, nesta terça-feira, as acusações. O Ministério das Relações Exteriores iraniano qualificou as “acusações” de “absolutamente infundadas”.
– Trump diz que não precisa ajuda da China no Irã –
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que não precisa da ajuda de Pequim para pôr fim à guerra com o Irã, mas disse que falará longamente com seu par chinês, Xi Jinping, quando realizarem uma cúpula esta semana.
“Vamos ter uma longa conversa a esse respeito”, disse Trump a jornalistas antes de iniciar sua viagem.
– Sobem os preços do petróleo –
Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira em razão do impasse diplomático que se prolonga no Oriente Médio, depois que o Irã descartou qualquer compromisso após a rejeição de sua proposta por parte dos Estados Unidos.
O preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em julho, avançou 3,42%, para 107,77 dólares, enquanto o barril de West Texas Intermediate, para entrega em junho, aumentou 4,19%, para 102,18 dólares.
– UE estuda estender sua missão naval ao Estreito de Ormuz –
A União Europeia poderá estender ao Estreito de Ormuz sua missão naval no mar Vermelho, embora apenas depois de terminada a guerra no Oriente Médio, indicou a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.
“A operação Aspides já dá uma contribuição essencial para a proteção dos navios no Mar Vermelho, mas suas atividades poderiam ser ampliadas ao estreito”, declarou à imprensa ao fim de uma reunião de ministros da Defesa da UE.
– Pentágono estima que guerra contra o Irã custou US$ 29 bilhões –
O custo da guerra com o Irã se aproxima de 29 bilhões de dólares (142 bilhões de reais), cerca de 4 bilhões a mais do que o estimado há duas semanas, indicou o Pentágono.
A guerra provocou uma alta nos preços do petróleo e o governo dos Estados Unidos recebeu ainda más notícias econômicas, já que a inflação subiu em abril ao seu nível mais alto em três anos.
– Israel enviou sistemas antiaéreos aos Emirados Árabes –
O governo israelense enviou sistemas de defesa antiaérea aos Emirados Árabes Unidos durante a guerra com o Irã, revelou o embaixador dos Estados Unidos em Israel.
Os Emirados foram alvo quase diariamente de represálias iranianas durante a guerra no Oriente Médio, desencadeada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra Teerã.
Um cessar-fogo, que em geral vem sendo respeitado, está em vigor desde 8 de abril.
– Guarda Revolucionária realiza manobras militares –
A Guarda Revolucionária iraniana realizou manobras militares em Teerã, em meio à ameaça de retomada das hostilidades com os Estados Unidos e Israel, informaram os meios de comunicação estatais.
Segundo o general de brigada Hassan Hasanzadeh, comandante da Guarda em Teerã, as manobras incluíram ensaios de cenários de combate contra o inimigo, em todos os terrenos.
– Hezbollah ameaça “inferno para Israel” –
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, descartou uma rendição do movimento libanês pró-iraniano e prometeu transformar “a batalha em um inferno para Israel”, que prepara uma nova rodada de negociações com as autoridades libanesas em Washington.
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