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A viagem reservava surpresas

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Se viagens formam a juventude, os jovens do coral Cantomusarte, de Nova Friburgo, descobriram uma Suíça talvez próxima dos cartões postais, mas distante de certos clichês.

Este conteúdo foi publicado em 28. junho 2004 - 10:00

A calor da acolhida e o tratamento que receberam foi uma surpresa...

A suíça, país do chocolate, dos relógios, de paisagens alpinas deslumbrantes, é verdade até certo ponto, mesmo que isso implique clichês batidos.

Membros do coral que estiveram pela primeira vez no país neste final de mês de junho constataram com surpresa o carinho com que foram recebidos por todas as partes. É o caso de Rita Mury, descendente de uma das famílias que fundaram Nova Friburgo.

Rita tinha em mente que os suíços fossem reservados e frios. Voltou ao Brasil com outra idéia: “Ficamos todos impressionados com a receptividade das pessoas. Com tudo o que prepararam”, diz.

Emoções...

Diogo é outro que se comoveu com o tratamento recebido, com o respeito observado pelas pessoas e certamente pelos brasileiros em particular.

Já Alfredo impressionou-se mais com o encontro musical no âmbito da Festa Cantonal de Corais de Friburgo, de que Cantomusarte participou como convidado especial.

O evento envolveu toda a cidade organizadora (Châtel-St.Denis), engalanada para a ocasião. Muitos membros do coral de Nova Friburgo derramaram lágrimas de emoção ao verificarem que centenas e centenas de pessoas, de todas as idades, uniam suas vozes em cantos populares bem conhecidos. É o caso de Elisete Soares Praquin, principal organizadora da viagem do coral.

... e lembranças

Vale lembrar que só o cantão de Friburgo, um dos 26 da confederação suíça, registra 4 mil cantores, integrantes de corais, cujo número oscila de 150 a 180, segundo disse Pierre Menetrey, presidente da Sociedade Cantonal dos Cantores, que tem 1.800 membros.

Se os brasileiros se impressionaram com as belezas naturais alpinas, com a arquitetura medieval do país, grande número deles, como Alfredo, lembraram-se com freqüência que de Friburgo, a antiga, saiu a maioria dos 2 mil suíços com destino ao Brasil ao Brasil em 1818.

A epopéia foi narrada em A Gênese de Nova Friburgo, do historiador suíço, Martin Nicoulin, publicada 30 anos atrás.

swissinfo, J.Gabriel Barbosa

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