Mortalidade materna é alarmante
600 mil mulheres morrem por ano, mais de uma por minuto, durante a gravidez ou no parto. A constatação é da OMS, Organização Mundial de Saúde, em Genebra. 4 grandes organizações decidiram trabalhar juntas no acesso aos serviços básicos de saúde.
A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Fundo da ONU para a população (FNUAP) e o Banco Mundial decidiram juntar suas forças para reduzir a mortalidade materna.
Segundo a OMS, 600 mil mulheres morrem por ano durante a gravidez ou no parto. É mais de uma vítima por minuto, 98 p/cento nos países em desenvolvimento (PVD).
Nos países industrializados, a média e uma morte devido a gravidez para 4 mil mulheres. Nos países mais pobres, a média é de uma morte para cada 10 mulheres.
Para os especialistas, os problema centrais são a falta de acesso aos serviços de saúde materna e a falta de planejamento familiar para evitar a gravidez indesejada.
As causas diretas da mortalidade materna são as hemorragias, as infecções, problemas de hipertensão e os abortos sem assistência médica. Entre as causas indiretas, as mais importantes são a anemia e o virus da Aids.
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