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Suíça é contra a execução de Ocalan

O governo suíço reagiu à confirmação da pena de morte do líder curdo Abdullah Ocalan pela justiça turca, apelando ao Parlamento de Ancara que não endosse a medida. O maior receio das autoridades suíças são manifestações, como já ocorrem na França (foto).

O chefe rebelde curdo, Abdullah Ocalan, 50 anos chamado de Apo, é considerado “terrorista de marca maior” pelo governo turco. Já os curdos o consideram um líder carismático que durante 15 anos comandou do exterior a luta armada do PKK, Partido dos Trabalhadores do Curdistão, pela independência. O antigo território curdo faz parte da Turquia, Iraque, Irã e Síria. Cerca de 20 milhões de curdos estão privados desse território próprio desde 1923. E desde 1945 tentam pela negociação ou pela guerra conseguir uma independência, embora Ocalam já limite a reivindicação a uma autonomia ou uma solução federal no quadro da Turquia.
O conflito já deixou 31 mil mortos.

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