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Rei do confete explica sua paixão

O Carnaval da Basileia está em plena folia, com confetes chovendo nas ruas da cidade. Grande parte dessa chuva de papel é feita por Hans Rudolf Streiff, dono da única fábrica de confetes da Suíça, que produz cerca de 200 toneladas do material todo ano. (SRF, swissinfo.ch)

Este conteúdo foi publicado em 13. março 2019 - 13:15
Thomas Stephens (text), swissinfo.ch

Todo mundo adora confete. Limpadores de rua, talvez menos, mas o carnaval não seria carnaval sem os inúmeros pedaços de papel colorido ou "Räppli", no dialeto da Basileia.

E enquanto o “Basel FasnachtLink externo ” dura apenas três dias e termina na quarta-feira, é carnaval quase o ano todo em um cantinho da cidade de Näfels, no nordeste da Suíça.

Lá, há mais de 50 anos, a fábrica Kurt HauserLink externo produz confetes para vários tipos de celebrações. O confete, no entanto, é um trabalho pouco lucrativo - a empresa ganha dinheiro mesmo com bandeiras e outros apetrechos relacionados a festas.

Hans Rudolf Streiff trabalha na fábrica há 30 anos e explica como ele escolhe a cor do ano - e como um recente escândalo envolvendo os correios da Suíça afetou sua decisão este ano. Ele também responde a acusações de poluição ambiental e insustentabilidade.


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