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Suíça pede ‘moderação’ na Venezuela

A Suíça pede moderação na Venezuela, onde uma tentativa de golpe liderada pelo autoproclamado presidente do país, Juan Guaidó, deixou dezenas de feridos na quarta-feira.

Este conteúdo foi publicado em 02. maio 2019 - 10:44
Manifestantes da oposição confrontam veículos militares perto da base aérea "La Carlota" em Caracas, na Venezuela, na quarta-feira Reuters

"A Suíça está acompanhando de perto e com preocupação os eventos na Venezuela e insta as partes interessadas a agir com moderação e resolver a crise política de acordo com a Constituição", disse o Ministério das Relações Exteriores (DFAE, na sigla em francês) para swissinfo.ch na quinta-feira (2).

O ministério pediu ao governo do presidente Nicolas Maduro "garantir a segurança da população, bem como a liberdade de reunião e expressão", e também pediu que as forças de segurança se abstenham "de todos os atos de violência desproporcional".

O DFAE declarou que "o Congresso Nacional da Venezuela foi democraticamente eleito em 2015" e acrescentou que "suas competências e prerrogativas devem ser respeitadas e a segurança de seus membros e seu presidente, Juan Guaidó, assegurada".

Bons ofícios

A Venezuela, observou o DFAE, ainda não respondeu ao pedido dos EUA para que a Suíça represente seus interesses no país sul-americano.

O acordo foi assinado na capital suíça, Berna, no mês passado, pelo ministro das Relações Exteriores, Ignazio Cassis, e pelo embaixador dos Estados Unidos na Suíça, Edward McMullen. Esta representação de interesses diz respeito principalmente aos serviços consulares para cidadãos dos EUA na Venezuela, de acordo com a declaração. Se a Venezuela aceitar, o mandato de “bons ofícios” da Suíça será implementado.

A Venezuela rompeu relações diplomáticas com os EUA depois do país ter reconhecido o líder da oposição como presidente.

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