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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Estes são os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio:

– Exército israelense investiga morte de capacetes azuis no Líbano –

O Exército israelense anunciou nesta terça-feira (31, data local) que iniciou investigações sobre a morte de três integrantes da força de paz da ONU no Líbano (Unifil) no sul libanês.

“Os incidentes estão sendo revisados exaustivamente com o objetivo de esclarecer as circunstâncias e determinar se foram resultado de ações do Hezbollah” ou do Exército israelense, publicou a instituição militar no Telegram.

Dois capacetes azuis morreram nesta segunda-feira em uma explosão de origem desconhecida no sul do Líbano, e outro morreu no domingo.

– Incêndios em Dubai após ataques –

Interceptações da defesa aérea da cidade de Dubai nos Emirados Árabes provocaram a queda de destroços que causaram um incêndio e feriram quatro pessoas, segundo as autoridades locais.

Além disso, um ataque iraniano provocou um incêndio em um navio-petroleiro do Kuwait no porto de Dubai, mas não há registro de feridos, informou nesta terça-feira a imprensa estatal kuwaitiana.

– Israel cumpriu ‘mais da metade’ de seus objetivos –

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou, nesta segunda-feira (30), à emissora Newsmax que seu país “definitivamente” já cumpriu “mais da metade” de seus objetivos na guerra. “Mas não quero estabelecer um calendário”, afirmou.

O premiê detalhou que falava “em termos de missões, não necessariamente em termos de tempo”.

“Acho que o regime [iraniano] vai colapsar por dentro. Mas, neste momento, agora mesmo, o que estamos fazendo é simplesmente degradar sua capacidade militar, degradar sua capacidade balística, degradar sua capacidade nuclear e também enfraquecê-los por dentro”, disse Netanyahu.

– Irã pede à Arábia Saudita que expulse forças dos EUA – 

O chanceler do Irã instou a Arábia Saudita a expulsar as forças americanas e reiterou que seus ataques no Oriente Médio apenas têm como alvos os seus inimigos. 

“O Irã respeita o Reino da Arábia Saudita e o considera uma nação irmã”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, na rede social X. 

– Vaticano expressa ‘pesar’ por bloqueio do Santo Sepulcro –

O Vaticano manifestou o seu “pesar” ao embaixador de Israel, depois que a polícia israelense proibiu o acesso à Igreja do Santo Sepulcro ao patriarca latino de Jerusalém no Domingo de Ramos por motivos de segurança.

– Turquia intercepta quarto míssil disparado do Irã –

A Turquia anunciou, nesta segunda-feira, a interceptação do quarto míssil direcionado contra seu território, atribuído ao Irã.

“Um projétil balístico, que foi determinado como tendo sido disparado do Irã e que havia entrado no espaço aéreo turco, foi neutralizado pelos meios de defesa aérea e antimísseis da Otan mobilizados no Mediterrâneo Oriental”, indicou o ministério em comunicado.

A Otan confirmou a interceptação e ressaltou que sempre fará “o necessário para defender todos os aliados”.

– G7 disposto a ‘tomar todas as medidas’ para estabilizar mercado energético –

Os ministros das Finanças e de Energia do G7 afirmaram estar dispostos a “tomar todas as medidas necessárias” para garantir a estabilidade do mercado de energia.

Segundo um comunicado da Presidência francesa do grupo, que reúne as sete economias mais avançadas do mundo, o objetivo é “preservar a estabilidade e a segurança do mercado energético”, desestabilizado pela guerra no Oriente Médio.

– Egito pede ajuda a Trump para encerrar a guerra –

O presidente do Egito, Abdel Fattah al Sissi, pediu ajuda a seu homólogo americano, Donald Trump, para “parar a guerra”. 

“Digo ao Presidente Trump: ninguém será capaz de parar a guerra em nossa região, no Golfo… Por favor, ajude-nos a parar a guerra”, disse Al Sissi em um discurso durante uma conferência sobre energia.

– Trump ameaça destruir ilha de Kharg –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou destruir a ilha de Kharg — uma base vital para as exportações de petróleo do Irã — caso não haja um acordo para abrir o Estreito de Ormuz e encerrar a guerra. 

“Se o Estreito de Ormuz não for aberto imediatamente ‘às operações’, encerraremos nossa agradável ‘estadia’ no Irã explodindo e destruindo completamente suas usinas elétricas, poços de petróleo e a ilha de Kharg (e possivelmente todas as centrais de dessalinização!), nas quais ainda não ‘tocamos'”, escreveu ele em sua plataforma, Truth Social. 

– Espanha fecha espaço aéreo para aviões americanos envolvidos na guerra –

A Espanha não permitirá o uso do seu espaço aéreo por aviões militares americanos que participam da guerra no Irã, anunciou a ministra da Defesa do governo de Pedro Sánchez, Margarita Robles.

“Não estão autorizadas as bases e, naturalmente, também não está autorizada a utilização do espaço aéreo espanhol para ações relacionadas com a guerra no Irã”, afirmou Robles, em um comunicado transmitido à AFP pelo Ministério da Defesa.

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