Argentina: plataforma econômica e guerra de pesquisas marcam início da campanha
A divulgação de pesquisas e os anúncios de planos econômicos por parte de dois candidatos, nesta segunda-feira, marcam o início da campanha pela presidência na Argentina, a 34 dias das eleições para a sucessão de Cristina Kirchner.
Embora o candidato governista Daniel Scioli continue à frente nas pesquisas, não está claro se ele conseguirá vencer a disputa no primeiro turno eleitoral, em 25 de outubro.
Em segundo lugar, aparece o prefeito de Buenos Aires, o conservador Mauricio Macri, candidato pela frente opositora Cambiemos. Em terceiro, está o deputado Sergio Massa, um ex-kirchnerista dissidente, que concorre pela aliança Unidos por uma Nova Alternativa (UNA).
Os outros candidatos progressistas e de esquerda aparecem com menos de 6% nas pesquisas.
Para evitar um segundo turno, previsto para 22 de novembro, um candidato deve obter mais de 45% dos votos – cenário que ainda não aparece nas enquetes. Outra opção é que um dos candidatos consiga 40%, com diferença de 10% em relação ao segundo.
Cinco pesquisas nacionais divulgadas no fim de semana apontam Scioli como favorito, mas sem superar o mínimo de 45%.