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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

– China insta o Paquistão a “intensificar” a mediação –

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, instou o Paquistão a “intensificar” seus esforços de mediação entre Irã e Estados Unidos e expressou a intenção de seu país de continuar apoiando o processo, informou a imprensa estatal.

Wang conversou por telefone na terça-feira com seu homólogo paquistanês, Ishaq Dar, informou a agência oficial de notícias Xinhua nesta quarta-feira (13, data local) de manhã, horas antes da chegada prevista do presidente americano, Donald Trump, a Pequim.

– Irã conserva importante capacidade de mísseis, segundo inteligência dos EUA –

O Irã conserva uma importante capacidade em matéria de mísseis apesar dos ataques americanos e israelenses, segundo funcionários da inteligência dos Estados Unidos citados anonimamente pelo jornal The New York Times.

Teerã teria voltado a colocar em funcionamento 30 de suas 33 bases de lançamento de projéteis ao longo do estreito de Ormuz, de acordo com esses responsáveis.

– Treze mortos em ataque israelense no Líbano –

Um ataque israelense em três localidades do sul do Líbano deixou um saldo de 13 pessoas mortas, entre elas um soldado, uma criança e dois socorristas, informou nesta terça-feira, em comunicado, o Ministério da Saúde libanês.

– Macron anuncia iniciativa na ONU sobre Ormuz –

A França vai “tomar uma iniciativa” na ONU para propor um “marco” com vistas a uma missão “totalmente neutra e pacífica” para assegurar no futuro o Estreito de Ormuz, anunciou nesta terça-feira Emmanuel Macron em entrevista à TV5, France 24 e Radio France Internationale.

“Devemos conseguir a reabertura incondicional, sem pedágios, de Ormuz. Desmantelando todos os bloqueios e mantendo realmente esse diálogo de exigência com o Irã”, declarou o presidente francês em Nairóbi, ao término de uma cúpula franco-africana.

– Kuwait frustrou uma tentativa de infiltração iraniana –

O Ministério do Interior do Kuwait afirmou que quatro pessoas detidas no início de maio quando tentavam entrar por mar no país “confessaram” pertencer à Guarda Revolucionária, o exército ideológico iraniano.

O Irã rejeitou mais tarde, nesta terça-feira, as acusações. O Ministério das Relações Exteriores iraniano qualificou as “acusações” de “absolutamente infundadas”.

– Trump diz que não precisa ajuda da China no Irã –

Trump insistiu nesta terça-feira que não precisa da ajuda de Pequim para pôr fim à guerra com o Irã, mas disse que falará longamente com seu par chinês, Xi Jinping, quando realizarem uma cúpula esta semana.

“Vamos ter uma longa conversa a esse respeito”, disse Trump a jornalistas antes de iniciar sua viagem.

– UE estuda estender sua missão naval em Ormuz –

A União Europeia poderá estender ao Estreito de Ormuz sua missão naval no mar Vermelho, embora apenas depois de terminada a guerra no Oriente Médio, indicou a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.

“A operação Aspides já dá uma contribuição essencial para a proteção dos navios no Mar Vermelho, mas suas atividades poderiam ser ampliadas ao estreito”, declarou à imprensa ao fim de uma reunião de ministros da Defesa da UE.

– Pentágono estima que guerra contra o Irã custou US$ 29 bilhões –  

O custo da guerra com o Irã se aproxima de 29 bilhões de dólares (142 bilhões de reais), cerca de 4 bilhões a mais do que o estimado há duas semanas, indicou o Pentágono.

A guerra provocou uma alta nos preços do petróleo e o governo dos Estados Unidos recebeu ainda más notícias econômicas, já que a inflação subiu em abril ao seu nível mais alto em três anos.

– Israel enviou sistemas antiaéreos aos Emirados Árabes –

O governo israelense enviou sistemas de defesa antiaérea aos Emirados Árabes Unidos durante a guerra com o Irã, revelou o embaixador dos Estados Unidos em Israel.

Os Emirados foram alvo quase diariamente de represálias iranianas durante as primeiras semanas da guerra no Oriente Médio, desencadeada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra Teerã.

Um cessar-fogo, que em geral vem sendo respeitado, está em vigor desde 8 de abril.

– Ataques israelenses no Líbano causaram pelo menos 380 mortos desde a trégua –

Os ataques realizados pelo exército israelense no Líbano desde o estabelecimento de um cessar-fogo em 17 de abril deixaram 380 mortos, entre eles 22 crianças e 39 mulheres, garantiu o Ministério da Saúde local à AFP.

Cerca de 2.900 pessoas perderam a vida nesse país desde o início da guerra em 2 de março entre movimento islamista Hezbollah e Israel.

burx-dbh-avl/fp/aa/yr/lm/ic/am

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