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Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

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Estes são os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio:

Explosões em Teerã – 

Uma dezena de explosões sacudiu Teerã na noite de sexta-feira para sábado (28), constatou um jornalista da AFP.

O Exército israelense informou ter atacado “alvos do regime” na capital iraniana.

– Trump ameaça deixar de ajudar Otan – 

O presidente americano Donald Trump, repreendeu a Otan por não ter oferecido apoio para garantir a segurança no Estreito de Ormuz e ameaçou não ajudar a aliança no futuro. “Eles não estiveram lá por nós”, lamentou o mandatário durante um evento de negócios em Miami.

– Washington ‘espera’ reuniões em breve com Irã –

O enviado americano Steve Witkoff afirmou nesta sexta que espera a realização de reuniões entre Irã e Washington durante a semana para pôr fim à guerra.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que, embora o Irã tivesse enviado “mensagens” que mostravam seu interesse por uma solução diplomática, não deu nenhuma resposta sobre o plano de paz enviado através do Paquistão.

– Morte em Israel após mísseis lançados do Irã –

Um homem morreu e duas pessoas sofreram ferimentos leves em Tel Aviv nesta sexta, depois que o Exército israelense relatou o lançamento de mísseis a partir do Irã, informaram socorristas. Sirenes antiaéreas também soaram em Jerusalém e explosões podiam ser ouvidas a partir de Jericó. 

– Advertências dos huthis –

Os rebeldes huthis do Iêmen, apoiados por Teerã, afirmaram nesta sexta que se somariam à guerra se os ataques contra o Irã continuarem, se outros países se juntassem à ofensiva americana e israelense ou se ações fossem realizadas a partir do Mar Vermelho.

– Lançamento de mísseis iranianos a Israel – 

O Exército israelense informou na noite de sexta que mísseis foram lançados pelo Irã contra o seu território, e as sirenes soaram em Jerusalém, constataram jornalistas da AFP.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, havia advertido anteriormente que o seu país iria “intensificar” os bombardeios contra o Irã para deter o lançamento de mísseis.

– Irã promete fazer Israel pagar ‘alto preço’ –

O Irã fará Israel pagar “um alto preço” em represália por seus “crimes”, prometeu o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, após os ataques contra complexos siderúrgicos e de energia nuclear civil, particularmente contra o reator nuclear de água pesada de Arak.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, reiterou seu pedido de “contenção militar para evitar qualquer risco de acidente” no Irã após esses ataques.

– EUA prevê conclusão das operações no Irã em breve –

Quando os Estados Unidos “tiverem acabado” com os iranianos nas próximas semanas, eles “estarão mais enfraquecidos do que já estiveram na história recente”, afirmou Marco Rubio.

Nesse sentido, considerou que Washington ainda poderia alcançar seus objetivos sem o envio de tropas terrestres. Não se descarta que as armas destinadas à Ucrânia sejam redirecionadas para a guerra no Irã.

– Pedido do G7 –

Os ministros das Relações Exteriores dos países do G7, reunidos nas imediações de Paris, pediram “o fim imediato dos ataques contra a população e a infraestrutura civil” no Oriente Médio.

Também reafirmaram “a necessidade absoluta de restabelecer de forma permanente a navegação livre e segura no Estreito de Ormuz”.

A Guarda Revolucionária anunciou que obrigou a três navios porta-contêineres a dar meia volta nessa passagem-chave para o trânsito de hidrocarbonetos.

– Ataques israelenses nos subúrbios do sul de Beirute –

A aviação israelense realizou uma nova série de ataques, em particular nos subúrbios do sul de Beirute, um reduto do Hezbollah, que, por sua vez, afirmou travar combates “corpo a corpo” na fronteira entre Líbano e Israel.

– Petróleo continua em alta – 

Os preços do petróleo voltaram a subir com força pela segunda sessão consecutiva, diante da preocupação dos operadores do mercado pelo prolongamento da guerra no Oriente Médio, sem avanços diplomáticos tangíveis.

O barril de tipo Brent, negociado em Londres com prazo de entrega em maio, encerrou o dia com alta de 4,22%, a 112,57 dólares. Seu equivalente no mercado americano, o barril de tipo West Texas Intermediate (WTI), se aproximou da marca dos 100 dólares ao fechar em 99,64, um avanço de 5,46%.

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